Terapias Complementares

Terapias Complementares

Muito se fala em relação às terapias complementares, verifica-se a necessidade de uma mudança nas políticas de saúde, a fim de torná-las mais integrativas e abrangentes, bem como na constituição dos diversos Serviços Nacionais de Saúde nos países desenvolvidos, pois são estes países fundamentalmente que têm por base a medicina convencional ou alopática.
Como exemplo, temos o Reino Unido como um dos que tem realizado mais esforços no sentido de integrar as Terapias complementares no seu Serviço Nacional Saúde.


Numa perspectiva mais abrangente de sintomatologia paliativa, as Terapias Complementares encontram-se classificadas como: práticas biológicas, nas quais se incluem a fitoterapia, a naturopatia e a homeopatia; as técnicas mente-corpo, nas quais se integram a meditação, a hipnoterapia e o Yoga; os métodos de manipulação corporal, nas quais se incluem a osteopatia, a quiropraxia, o toque terapêutico, o reiki, a massagem terapêutica, a reflexologia, o shiatsu e o Tai-Chi; a musicoterapia e a acupunctura como independentes de qualquer dos campos anteriores.
A prática destas terapias desde sempre conhecidas através dos Japoneses e a sua forma muito própria de absorver tudo o que os rodeia, em Portugal, no início deste século, principiou-se o processo de regulamentação das terapias complementares então denominadas de terapêuticas não convencionais.
Este acontecimento poderá dever-se ao aumento crescente da procura destas terapias, bem como da sua prática e consequente necessidade de regulamentação, fundamentação, certificação e creditação das mesmas e dos profissionais das mais variadas áreas que as praticam.
Estas terapias alternativas têm como objectivo alcançar a cura de diversas patologias através sobretudo de pontos meridianos que funcionam como auto-estradas do próprio corpo.
Tirando partido de técnicas e de movimentos cuidadosamente aplicados, levam, assim, o organismo a um perfeito estado de harmonia e relaxamento, rejuvenescendo-o e revitalizando-o em profundidade.
 As terapias Japonesas permitem conhecer e executar técnicas fisioterapêuticas de realinhamento das estruturas ósseas, articulares, musculares e tendinosas, bem como proporcionar relaxamento generalizado ao paciente favorecendo, de igual modo, o poder inato de auto-cura do corpo, como é o caso da Osteopatia Japonesa.
Através destas terapias podemos analisar o estado dos sistemas acima referidos e, deste modo, ajustar cada uma das estruturas ao mesmo tempo que reequilibramos o sistema energético, através dos exercícios de alongamento de meridianos, proporcionando ao paciente saúde e sensação de bem-estar. Sozinhas ou em conjunção umas com as outras permitem acelerar o processo de recuperação.  
“Cuide de seu exterior tanto quanto cuida de seu interior, pois tudo é um só.”

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